Quantas vezes você já se pegou tentando ajustar o comportamento de alguém apenas para se sentir melhor? É muito comum nos pegarmos tentando convencer, explicar exaustivamente, insistir, cobrar ou até antecipar reações para evitar conflitos e gerenciar detalhes. Em um primeiro momento, essa postura parece cuidado, responsabilidade ou até mesmo afeto. Porém, no fundo, essa urgência frequentemente esconde um profundo medo.
Nos últimos meses, a internet foi tomada pela chamada “Let Them Theory” (Teoria do “Deixe-os”), popularizada pela autora Mel Robbins, que traz uma premissa aparentemente simples: se uma pessoa deseja partir, deixe. Se ela pensa de forma diferente de você ou não te valoriza, simplesmente deixe. Em essência, a mensagem é “Let them” (Deixe-os).
A proposta soa extremamente libertadora e, em diversos contextos, ela de fato pode ser. A ideia central defende que, quando alguém age de uma maneira que te incomoda, em vez de reagir tentando corrigir, convencer ou dominar a situação, você apenas permite que o indivíduo seja quem ele realmente é. Na prática, a teoria sugere uma mudança de foco: você para de tentar consertar o outro e volta a atenção para si mesmo. Em vez de travar batalhas para manter alguém por perto, você permite que a escolha alheia revele a verdadeira natureza daquele relacionamento.
Não é difícil compreender os motivos pelos quais esse conceito viralizou nas redes sociais. Atualmente, estamos imersos em uma cultura de exposição constante e vínculos frágeis, onde relações se encerram por mensagens curtas e os silêncios abrem margem para inúmeras interpretações. Mensagens visualizadas e não respondidas rapidamente se transformam em angústia, fazendo com que a promessa de paz emocional ao abandonar a necessidade de controle soe como um alívio imediato. O apelo dessa teoria toca em uma dor muito comum: o desgaste profundo de tentar segurar aquilo que não quer ficar.
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A Ilusão do Controle: Por que é tão difícil “deixar”?
No ambiente seguro da clínica, no entanto, a reflexão ganha outras camadas. A principal questão que surge é: por que é tão difícil colocar esse desapego em prática? A resposta está no fato de que o ato de controlar não é meramente uma tentativa de alterar quem está ao nosso lado. Frequentemente, trata-se de uma manobra para regular algo dentro de nós mesmos.
A Psicologia evidencia que esse impulso nasce de vivências muito mais enraizadas do que supomos. Esse comportamento pode estar intimamente ligado a questões profundas:
- O medo do abandono.
- A necessidade vital de pertencimento.
- A insegurança que aprendemos em vínculos passados.
- Estratégias desenvolvidas ainda na infância com o objetivo de garantir amor, previsibilidade ou segurança.
Quando uma pessoa se afasta, critica ou age de forma contrária às nossas expectativas, a dor não vem apenas da situação atual. Muitas vezes, o que ocorre é a ativação de uma memória emocional dolorosa. É por essa razão que “soltar” não se resume a uma decisão racional; exige um movimento interno complexo.
Na Análise Clínica do Comportamento, abordagem terapêutica com a qual atuo, parte-se do princípio de que todo comportamento possui uma função específica. Se você tenta dirigir as ações de alguém, isso não ocorre por maldade ou fraqueza. Essa atitude se manifesta porque, em algum grau, essa tentativa te protege de feridas como a rejeição, a ansiedade, a sensação de desamparo e a perda.
Quando nos aprofundamos nos estudos de B. F. Skinner e na Análise do Comportamento, compreendemos que o agir humano não surge do nada. Ele é aprendido e mantido pelas consequências que gera, ou seja, pelo que acontece logo após tomarmos uma atitude. Nossas escolhas são sempre atravessadas pelo nosso contexto, histórico de vida e necessidades emocionais. Portanto, a tentativa de dominar as variáveis de uma relação deixa de ser vista como simples insegurança. Ela passa a ser compreendida como uma verdadeira estratégia de sobrevivência emocional.
Muitas vezes, a sua intenção invisível não é gerenciar a outra pessoa, mas sim apaziguar os seus próprios sentimentos.
- Ao tentar fazer com que alguém fique na sua vida, o objetivo oculto pode ser mitigar o pavor de ser abandonado.
- Ao insistir para que concordem com os seus argumentos, você pode estar se defendendo do medo da crítica, da humilhação ou da rejeição.
- Ao tentar antecipar todos os cenários possíveis, o que se busca é domar a ansiedade gerada pelo que é imprevisível.
Em resumo, buscar direcionar os acontecimentos pode ser apenas uma forma de buscar alívio. E isso é profundamente humano. O grande impasse é que esse apaziguamento costuma durar pouco. Quando o seu bem-estar fica condicionado às respostas alheias, você acaba aprisionado em um estado de vigilância afetiva constante, precisando que o outro confirme, escolha e permaneça para que você não desabe.
Perguntas frequentes sobre: Let Them Theory e a Psicologia
1) O que é a Let Them Theory?
É uma ideia prática: “deixe as pessoas serem quem são” e pare de tentar controlar reações, escolhas e sentimentos alheios. Na psicologia, isso se conecta com a diferença entre o que está sob seu controle (suas ações e limites) e o que não está (o comportamento do outro).
2) “Let Them” significa aceitar tudo e ficar passivo?
Não. “Let Them” não é engolir desrespeito. É soltar a disputa por controle e, ao mesmo tempo, agir com limites claros: dizer o que você aceita, o que você não aceita e o que fará se isso for ultrapassado.
3) Por que eu sinto tanta ansiedade quando não consigo controlar o outro?
3) Por que eu sinto tanta ansiedade quando não consigo controlar o outro?
Porque, muitas vezes, o corpo interpreta a imprevisibilidade como ameaça: medo de abandono, rejeição, insegurança e padrões aprendidos em vínculos antigos podem ser reativados. Terapia ajuda a reconhecer esse ciclo e construir segurança interna para se posicionar sem vigilância afetiva.
A Sabedoria Estoica: O que realmente está sob nosso domínio?
Embora a Teoria “Let Them” pareça uma super tendência moderna da internet, a reflexão que ela desperta é bastante antiga: o que está, de fato, sob nosso alcance — e o que escapa às nossas mãos? Essa distinção fundamental atravessa a filosofia estoica e segue sendo uma das ferramentas mais valiosas quando lidamos com o sofrimento emocional. Não porque seja uma fórmula mágica, mas por devolver a clareza quando tudo ao redor parece caótico.
Para grandes pensadores estoicos, como Epicteto, o ponto de partida é cristalino: existem elementos que dependem de nós e outros que não. Dependem de nós as nossas escolhas, os valores que cultivamos e a forma como respondemos aos acontecimentos. Em contrapartida, não temos absolutamente nenhum domínio sobre o que as outras pessoas sentem, pensam, interpretam ou escolhem fazer.
Quando confundimos essas esferas, a vida se transforma em uma negociação exaustiva e interminável com o mundo. A tentativa constante de ajustar a percepção ou o humor alheio gera um esgotamento profundo, afetando não apenas a mente, mas cobrando um preço alto do nosso físico através de tensão, insônia e irritabilidade.
A filosofia estoica, contudo, não prega a frieza. Ela propõe soberania interna. É a compreensão de que podemos ser afetados pela atitude de alguém, mas não precisamos entregar o leme da nossa existência ao comportamento de terceiros. Aqui, o psiquiatra Viktor Frankl complementa essa visão de forma brilhante ao afirmar que a verdadeira liberdade humana não reside em dominar o cenário externo, mas na capacidade de escolher a nossa postura diante dele.

A Psicologia do Apego: Por que “soltar” dá tanto medo?
Se desapegar fosse apenas uma decisão estritamente lógica, a grande maioria de nós já teria resolvido seus conflitos amorosos há tempos. O grande desafio é que, no universo afetivo, o que nos aprisiona raramente é apenas o cenário atual. O que nos prende é o que esse presente desperta e revira em nossa memória.
A Psicologia do Apego ajuda a traduzir isso com perfeição. O psiquiatra John Bowlby, pioneiro no estudo dos vínculos, demonstrou que a necessidade de conexão não é um sinal de fraqueza, mas sim a base da nossa estrutura humana. Quando, nos primeiros anos de vida, o nosso aprendizado sobre o amor ocorre de maneira confusa, dolorosa ou instável, a fase adulta pode carregar cicatrizes invisíveis.
Para algumas pessoas, perceber que o outro está se afastando não aciona apenas a tristeza comum de uma perda; aciona um estado de alerta. O desespero não vem apenas da atitude atual da pessoa, mas do medo paralisante de reviver o abandono, de não ser suficiente e de perder o chão novamente. O psicanalista Donald Winnicott trouxe uma contribuição muito sensível a esse debate: quando um indivíduo não encontra um ambiente acolhedor para ser quem realmente é, ele pode desenvolver uma espécie de máscara, um “falso self”, voltada exclusivamente para agradar e manter a conexão afetiva a qualquer custo. Nesse contexto, “soltar” o parceiro ou a parceira soa, inconscientemente, como uma ameaça à própria sobrevivência.
O Perigo Oculto: Quando “Let Them” vira passividade emocional
Existe um motivo claro para a proposta do “deixe-os” soar tão tentadora: ela promete um alívio imediato. É um atalho para sair da exaustão de tentar explicar, cobrar e esperar atitudes que não vêm. No entanto, dentro do consultório, uma simples pergunta muda completamente o rumo dessa conversa: você está abrindo mão porque compreendeu que a atitude não depende de você, ou está fazendo isso por medo de se posicionar?
Muitas vezes, adotar o discurso do “Let Them” pode ser apenas uma roupagem nova e socialmente aceita para um hábito antigo de se anestesiar. A pessoa aceita que o outro ultrapasse limites “sem querer”, engole atitudes que a ferem e romantiza essa inércia, chamando-a de maturidade emocional.
Porém, maturidade não é tolerar o intolerável. Há uma diferença abismal entre deixar o outro ser quem ele é e aceitar ser tratada de um jeito que machuca os seus princípios. Um limite saudável nunca será uma ferramenta de controle; ele é um escudo de proteção. Estabelecer um limite não significa ditar “você tem que agir assim”. Significa afirmar com clareza: “se você agir dessa forma, eu escolho não ficar”. O limite organiza o seu próprio lugar na relação.
Quando soltar é o maior sinal de maturidade emocional
Existe um ponto na vida em que “deixar” deixa de ser sinônimo de desistência e passa a ser pura lucidez. Não se trata daquela frieza calculada de quem finge não se importar, mas sim da clareza de quem simplesmente decidiu parar de brigar com a realidade. É compreender, de forma profunda, que insistir não cria reciprocidade e que se adaptar excessivamente não compra afeto.
Maturidade emocional é aceitar que o outro é livre — e começar a pautar as suas ações a partir dessa premissa. Se alguém decide partir, você não precisa transformar a situação em um tribunal de acusações. Se uma pessoa escolhe não se comprometer, não há necessidade de se punir tentando “ser suficiente” por dois.
Nesse contexto, aplicar o “deixe-os” é parar de negociar com aquilo que já está evidente. Isso não quer dizer que você ficará imune à dor, mas significa que você não transformará essa dor em humilhação. O verdadeiro empoderamento surge quando você consegue sustentar algumas verdades libertadoras: você não gerencia o desejo alheio, nem o tempo da outra pessoa, tampouco a capacidade dela de amar da forma que você precisa. O que está nas suas mãos, de forma absoluta, é apenas o seu próprio lugar. E, muitas vezes, o maior gesto de autocuidado é parar de tentar extrair de alguém aquilo que ele simplesmente não tem para oferecer.
Esse movimento resgata a sua dignidade. Você se torna uma pessoa menos reativa, que não vive mais em constante estado de alerta, tentando decifrar sinais ou disputando migalhas de atenção. Um vínculo que só se sustenta quando você faz todo o esforço sozinho não é uma relação; é um peso.
O olhar revelador da Análise Clínica do Comportamento
Quando falamos em parar de tentar reger a dinâmica das relações, pode parecer que estamos tratando de um mero exercício de força de vontade, como se bastasse decidir “vou soltar” e pronto. Contudo, na prática clínica, observamos que a maioria de nós não falha por falta de determinação, mas porque existe uma forte necessidade emocional sustentando esse padrão.
Na Análise Clínica do Comportamento, o questionamento central que fazemos em consultório não é “por que você age assim?”, mas sim: o que esse comportamento está mantendo na sua vida?. O que ele te proporciona, mesmo cobrando um preço tão alto?.
Essa tentativa contínua pode ter várias funções de autoproteção: ela pode reduzir a ansiedade momentânea, garantir uma sensação ilusória de previsibilidade ou evitar conflitos e a temida solidão. Ou seja, o controle em si raramente é o problema principal; na verdade, ele é a solução que a sua mente encontrou para lidar com feridas muito mais profundas. Compreender isso muda completamente a forma como você se enxerga. Em vez de se culpar repetindo falas como “sou inseguro demais”, você começa a se acolher, percebendo que aprendeu a agir assim para conseguir sobreviver emocionalmente em algum momento da sua história.
O objetivo da terapia não é te transformar em alguém “frio” ou desapegado a qualquer custo. A meta é construir recursos internos robustos para que você não precise mais administrar as atitudes do outro para se sentir seguro.

Como aplicar o “Let Them” de forma saudável (e o papel da psicoterapia)
A teoria popularizada na internet pode ser uma ferramenta incrível para o dia a dia, desde que venha acompanhada de bastante consciência. Afinal, desapegar não é uma receita pronta; exige um exercício constante de discernimento.
Para adotar essa ideia sem cair na armadilha da passividade, faça a si mesmo estas perguntas:
- Isso depende de mim? Se depende, talvez a solução não seja ignorar, mas agir, conversar e se posicionar. Se não depende, insistir só vai gerar exaustão.
- Estou tentando dominar a situação ou apenas definindo um limite? A tentativa de controle visa mudar o outro, enquanto o limite organiza o seu próprio espaço de respeito.
- Do que estou tentando fugir? Ansiedade, rejeição, vergonha?. Focar na outra pessoa pode ser apenas uma distração das suas próprias emoções difíceis.
- Estou deixando ir por verdadeira liberdade ou por puro medo? Essa resposta costuma revelar tudo o que você precisa saber.
Aplicar essa abordagem nunca significará abrir mão de si mesmo. Pelo contrário, significa recusar os espaços onde você precisa se encolher para caber. Ao mesmo tempo em que você deixa o outro seguir o caminho dele, você ativa o “Let me” (deixe-me): deixe que eu me respeite, que eu faça as minhas escolhas com calma e que eu não aceite menos do que mereço.
Você não precisa carregar esse peso sozinho
A proposta “Let Them” toca em uma dor muito humana: a frustração imensa de tentar orquestrar algo que deveria ser recíproco. A grande maioria de nós não age de forma controladora por maldade, mas porque deseja, desesperadamente, sentir segurança. E, quando a sua paz depende das atitudes de terceiros, a sua rotina vira pura tensão constante.
A excelente notícia é que esse cenário tem conserto. A psicoterapia oferece um ambiente seguro onde você não precisa ter pressa para desapegar; você pode, primeiro, entender as razões pelas quais segura com tanta força. É o espaço ideal para investigar de onde vem o medo e criar pilares internos inabaláveis. Com o tempo e o suporte adequado, abrir mão deixa de ser um sacrifício sofrido e se torna a consequência mais natural e bela do seu próprio fortalecimento interno.
Se você percebe que passa os dias tentando controlar as suas relações, sente um pavor intenso da rejeição ou se anula frequentemente para não perder um vínculo, saiba que não é necessário atravessar isso sozinho. O processo terapêutico pode te auxiliar a edificar um espaço interno onde o afeto não precisa ser mendigado, o estabelecimento de limites não gera culpa e a paz de espírito não depende de convencer mais ninguém do seu imenso valor.
Considerações Finais: Quando a Intervenção Terapêutica se Faz Necessária
Para concluir nossa análise, é inegável que Deixa pra lá (The Let Them Theory) é uma obra admirável e de enorme utilidade prática. Mel Robbins apresenta um talento ímpar para traduzir dinâmicas relacionais desgastantes em ferramentas acessíveis e de rápida aplicação. O material funciona como um excelente kit de “primeiros socorros”, ajudando o indivíduo a recalibrar expectativas, estabelecer fronteiras saudáveis e aliviar a exaustão gerada pelo convívio social. Trata-se, sem dúvida, de um manual valioso para despertar a autoconsciência e promover alívio imediato em situações cotidianas.
Contudo, assumindo minha posição clínica, sinto a obrigação ética de traçar uma fronteira fundamental entre a psicoeducação (oferecida por boas leituras) e o processo terapêutico formal. O texto ilumina diversos padrões comportamentais, mas possui limitações inerentes à sua natureza generalista.
Aqui estão as razões pelas quais o apoio especializado se faz, muitas vezes, insubstituível:
- A Investigação da Raiz: Enquanto um guia prático oferece táticas para manejar os sintomas do estresse (como a necessidade de agradar ou a tendência a controlar o parceiro), conflitos originados em traumas profundos, negligência na infância ou dinâmicas familiares tóxicas crônicas exigem um mergulho muito mais cuidadoso.
- A Superação dos Pontos Cegos: Por mais honestos que tentemos ser durante uma leitura, a psique humana possui mecanismos de defesa incrivelmente sofisticados. O acompanhamento com um profissional é crucial porque o terapeuta atua como um espelho neutro e treinado. Ele consegue fazer as perguntas certas para extrair a verdadeira essência do sintoma — algo que o paciente, isoladamente, costuma ter dificuldade de acessar devido à própria dor.
- Diagnóstico e Intervenção Precisa: O sofrimento paralisante, quadros de depressão clínica, ansiedade generalizada ou transtornos de personalidade não regridem apenas com uma mudança filosófica de atitude. Nesses cenários, tentar “deixar pra lá” pode gerar ainda mais frustração. A presença de um especialista garante um diagnóstico acurado e a elaboração de um plano de tratamento cientificamente fundamentado para a reabilitação.
Em suma, encare o método de Robbins como um excelente conjunto de ferramentas para a manutenção da sua estabilidade diária. No entanto, se você perceber que, mesmo aplicando a teoria, a angústia persiste ou os padrões destrutivos se repetem, não hesite em buscar suporte. O livro te ensina a soltar as amarras externas; a terapia te ajuda a curar as feridas internas.
Referências e Leituras Recomendadas
- Mel Robbins e a “Let Them Theory”: Autora e palestrante motivacional que popularizou a proposta de parar de gastar energia tentando mudar o comportamento das outras pessoas. Saiba mais no site oficial de Mel Robbins
- B. F. Skinner e a Análise do Comportamento: Psicólogo que demonstrou que as nossas atitudes estão em relação direta com o ambiente e são mantidas por consequências. Conheça mais sobre o trabalho de Skinner
- Epicteto e o Estoicismo: Filósofo clássico que estruturou o ponto de partida simples de que há coisas que dependem de nós e coisas que não dependem. Leia sobre os ensinamentos de Epicteto
- Viktor Frankl: Psiquiatra e criador da Logoterapia, que traz a ideia fundamental de que a liberdade humana não está em controlar o mundo, mas em escolher a postura diante dele. Explore a visão de Viktor Frankl
- John Bowlby e a Teoria do Apego: Estudioso dos vínculos que mostrou que a necessidade de ligação afetiva é uma estrutura humana básica, e não uma fraqueza. Entenda os fundamentos da Teoria do Apego
- Donald Winnicott: Psicanalista que trouxe reflexões profundas sobre o desenvolvimento emocional e a construção de um “falso self”, uma adaptação voltada para agradar e manter a conexão a qualquer custo. Descubra as ideias de Winnicott
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